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SULFITOS: O PERIGO OCULTO NOS ALIMENTOS.

Por  Dra. Roseane Bob

Os sulfitos são amplamente utilizados na indústria de alimentos como conservantes e antioxidantes, sendo classificados como aditivos alimentares. Quando utilizado deve ser declarado no rótulo dos produtos alimentícios pelo nome da categoria: conservante e o nome ou número do aditivo (de E220 a E228, com exceção do E225).

Os termos “agente sulfitante” e “sulfito” referem-se ao dióxido de enxofre gasoso ou aos sais de sódio, potássio e cálcio de sulfito hidrogênio (bissulfito), dissulfito (metabissulfito) ou íons de sulfito.

Os sulfitos utilizados como aditivos alimentares permitidos pela legislação brasileira são:

•  Dióxido de enxofre

•  Metabissulfito de Sódio

•  Sulfito de cálcio

•  Sulfito de sódio

•  Sulfito de potássio

•  Bissulfito de cálcio

•  Bissulfito de sódio

•  Bissulfito de potássio

O uso dos sulfitos em diferentes países é limitado por legislações específicas, estabelecidas com base na segurança de uso e necessidade tecnológica. O Brasil, assim como muitos outros países, segue as recomendações do JECFA (Joint FAO/WHO Expert Commitee on Food Additives).  A ingestão diária aceitável (IDA) de sulfitos é de 0,7 mg/kg de peso corpóreo dia.

Os sulfitos podem estar presentes  em  alimentos tais como: frutas, legumes e verduras prontos para o consumo, açúcar refinado, vinagre  sucos naturais, geléias batata frita congelada, coco ralado, camarões e lagostas congelados, cogumelos, frutas secas, carnes, conservas, vinhos, cerveja  desde que dentro de limites pré- estabelecidos na lei. Quando utilizados , os sulfitos, obigatoriamente devem ser DECLARADOS  no  rótulos  dos produtos alimentícios.

Devido a quantidade expressiva de gêneros alimentícios e bebidas que podem conter os sulfitos, mesmo estando dentro dos limites permitidos por lei, a ingestão diária aceitável (IDA) de sulfitos (0,7 mg/kg de peso corpóreo dia) tem o elevado potencial de ser ultrapassada.

A quantidade de sulfito necessária para desencadear as reações adversas em humanos é variável: enquanto certos indivíduos toleram até 4 g de sulfito diariamente sem efeitos indesejáveis, outros reclamam de dores de cabeça, náuseas e diarreia após a ingestão de quantidades muito inferiores.

Quando ingeridos em doses elevadas, os sulfitos podem ser tóxicos, podendo provocar, entre outros: dores de cabeça e abdominais, urticária, náuseas, vomitos e diarreia, bem como reações asmáticas graves em indivíduos sensíveis (ao sulfito) e, em casos extremos, a morte. A Food Standards, da Austrália, restringe os fabricantes de alimentos a inserir os sulfitos em alimentos para bebês.

Segundo a Sociedade Australiana de Imunologia Clínica e Alergia, os sulfitos podem causar febre do feno, alergia e reações, desencadear crises em asmáticos, ocasionalmente urticária e muito raramente reação anafilática, oferecendo risco de morte.

O IARC (International Agency for Research on Cancer) avaliou os sulfitos como “não classificados quanto à sua carcinogenicidade em humanos”, o que levanta dúvidas quanto ao seu potencial cancerígeno.

 

O uso  de Metabissufito de Sódio em  frutas, verduras e legumes (FLV) prontos para o consumo. 

 No Brasil, o Metabissulfito de sódio, em razão do baixo custo e sua elevada eficácia como antioxidante, apesar de comprovadamente em alguns casos,  ter o potencial de causas doenças e  deixar sabor amargo nas frutas, verduras e legumes prontos para o consumo, é amplamente utilizado.

 O grande problema é que na maioria das vezes, tais processadoras têm limitado conhecimento pertinente ao produto e nem sempre a sua aplicação é correta. Quando misturado com água, o metabissulfito de sódio libera dióxido de enxofre (SO2), um gás de odor intenso, desagradável que causa ardência nos olhos com elevado potencial de causar dificuldades respiratórias nos operadores das processadoras que manipulam esse produto. 

Aliado a esse fator, por desconhecimento, a grande maioria das processadoras não declaram o uso do metabissulfito nos rótulos dos FLV minimamente processados.

E os consumidores de frutas, verduras e legumes que buscam por alimentos saudáveis práticos, prontos para o consumo, ficam sujeitos as doenças veiculados ao sulfito, além de adquirirem verduras, legumes e frutos com sabor amargo, muitas vezes erroneamente atribuída a características sensoriais próprias desses vegetais.

 

O Inovador e Revolucionário Veg Oxi MP

Com o conhecimento e entendimento do exposto acima, a Dra. Roseane Bob percebeu que a qualidade dos frutos, verduras e legumes que vão parar na mesa do consumidor dependia de uma tecnologia mais saudável, segura e sustentável de conservação, sem conferir sabor amargo aos alimentos. A  Dra. Roseane consultou diferentes centros de pesquisa em mercados desenvolvidos, mas as soluções existentes para substituição dos sulfitos, apontavam para a utilização de ácido ascórbico e/ou ácido cítrico, entretanto tais soluções apesar de serem produtos naturais, deixavam um sabor residual amargo nas frutas, verduras e legumes tratados.

Após muita pesquisa, trabalho em campo e testes, a Dra.  Roseane Bob criou a solução no Brasil, com a fórmula de um antioxidante à base de vitamina C altamente eficaz, que não altera o sabor natural dos vegetais tratados, substituindo assim o ácido ascórbico, o ácido cítrico, o metabissulfito de sódio e os demais sulfitos

O Veg Oxi  MP (www.vegoxi.com.br), classificado na Comunidade Europeia e  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como aditivo alimentar  (E-300), é  um antioxidante 100% natural, sustentável e orgânico à base ácido ascórbico (vitamina C), destinado a aplicação em  frutas, hortaliças e demais vegetais  pós-processamento (descascados, cortados, picados e higienizados). O Veg Oxi MP não deixa sabor amargo nos  alimentos e novamente destacamos  que  substitui os sulfitos, o ácido ascórbico e/ou ácido cítrico. 

O produto age retardando significativamente o processo de oxidação das frutas e hortaliças, e em consequência preserva a qualidade sensorial (cor, sabor, consistência) e aumenta significativamente o “shelf life”(prazo de validade). 

Além de ser um produto saudável e sustentável o   Veg Oxi MP inova em processos e tecnologia e melhora produtividade na operação de hortifrutis minimamente processados promovendo, entre outros significativos benefícios:

• Aumento significativo do prazo de validade dos FLV (frutos, legumes e verduras), sem conferir sabor amargo. Exemplificando, utilizando o Veg Oxi MP, juntamente com embalagens próprias, épossível obter um prazo de validade de até 14 dias para a alface minimamente processada, pronta para o consumo e 6 dias para o morango;

• Manutenção da qualidade sensorial (cor, sabor e consistência/textura), repercutindo em aumento das vendas;

•  Redução das quebras (perdas e desperdícios) – food waste;

•  Permite o planejamento da produção de acordo com o consumo, sem a elevação do custo nos períodos de maior demanda. Aumento de pedidos de saladas, no verão.

•  Reduz o custo do sistema de embalagem;

•  Permite ampliar os mercados de distribuição em razão do shelf life maior das frutas, legumes e verduras minimamente processados;

•  Reduz o consumo de água e o consumo de energia elétrica.

 

A implantação do Veg Oxi MP

 

Quando analisado somente o preço, o custo do Metabissulfito de sódio, ácido ascórbico ou ácido cítrico apresentam valores menores que o Veg Oxi MP.  Mais quando a análise é macro, observando-se os diferenciais obtidos com o seu uso, comprovadamente observa-se que o valor do investimento do Veg Oxi MP de aproximadamente R$ 0,08 (8 centavos de reais) por/kg de frutas, ou verduras, legumes e/ou vegetais  prontos para o consumo é baixo  em razão da  maximização dos resultados obtidos.

As processadoras que já utilizam o Veg Oxi MP, comprovaram e atestam que seus frutos, verduras e legumes (FLV) minimamente processados e prontos para o consumo, ganharam um diferencial de mercado, permitindo inclusive  ampliar as zonas de distribuição e entrar em novos nichos de mercado, tais como os orgânicos e veganos.

 

Sobre o autor 

Dra. Roseane Bob é sócia fundadora da VegQuality, criou o Veg Oxi MP.

Nutricionista- cientista com sólida formação técnica e vasta experiência profissional nas áreas de tecnologia, segurança e processamento de alimentos é auditora de qualidade em segurança dos alimentos e qualidade empresarial e também especialista internacional em tecnologia e mercado de frutos, verduras e legumes prontos para o consumo, sendo uma entusiasta e grande incentivadora do setor.

No Brasil tem um trabalho técnico, pioneiro e inovador de mais de quinze anos no setor de processamento de frutos, verduras e legumes, sempre buscando desenvolver soluções para o segmento como um todo.

 



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